Na mão

O Banco do Brasil, principal banco de relacionamento há décadas do laticínio Itambé, com sede em Minas Gerais, provou recentemente que compromisso de banqueiro não vale nada. O banco deixou a cooperativa que controla o Itambé na mão, há poucos dias da data que a cooperativa tinha para exercer seu direito de preferência para adquirir a parte da Itambé que pertencia à Vigor. O Banco do Brasil havia se comprometido, através de um mandato assinado, a financiar a multi milionária aquisição mas, segundo fontes deste blog, rasgou o instrumento na última hora atendendo a pedidos do seu ainda atual presidente, Paulo Rogério Caffarelli. Fontes que acompanharam o caso de perto disseram ao blog que Caffarelli tomou esta atitude pois atendeu a uma ordem que partiu do Palácio do Planalto.

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