Não basta ser criativo, tem que negociar

Desde o início da Lava Jato, o mercado publicitário vive tensão à espera de novas bombas que podem atingir mais alguns nomes e empresas importantes. No Brasil, dificilmente uma agência de publicidade sai vencedora em uma concorrência pública por ter apresentado uma melhor campanha ou por ser mais criativa; ganha quem negocia. A negociação que sempre existiu, na maioria dos casos, repassa um percentual sobre o total da conta a um político ou partido que ajudou a agência a ganhar. As empresas que perdem sabem disso, mas poucas vezes o resultado é questionado. Na hipocrisia do mercado, mesmo sabendo que vão perder, algumas agências investem fortunas em concorrências, não por ingenuidade dos donos, mas por esperança de ser beneficiado de algum jeito, em algum momento. Em alguns casos, campanha eleitoral também é moeda de troca.

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