Estranho fim de negócio

Agora que a Polícia Federal decidiu ir atrás de Jaques Wagner e sua turma, surgem histórias de pessoas, do rol de amigos do ex-governador e ex-ministro, que sofreram um baque feio lá atrás, quando estourou a Lava Jato. E pelo menos uma delas já pagou caro: A “dona” de um disputado camarote do Carnaval de Salvador, onde Jacques Wagner e convidados assistiam ao desfile dos trios. O famoso camarote, desde o primeiro ano, foi um sucesso em patrocínios de empresas públicas como Petrobras, Banco do Brasil e até o Ministério da Educação, que chegou a ser tema da decoração. Logo que os escândalos envolvendo petistas começaram, a “dona” perdeu os patrocínios e seus negócios. O camarote, que começou com o apoio do Governador Wagner, acabou, e dizem que hoje a empresária, que era queridinha do político, não está nada bem financeiramente, desde que perdeu a proteção do petista. Nos bastidores baianos, afirmam que ela não era a única dona do negócio e que parece ter sido abandonada pelo amigo. Quem a conhece, elogia a competência, coragem e luta da empresária de origem humilde e que pode ter errado por confiar.

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