Depois dos empregados, agora os patrões

Em Brasília já há um movimento para acabar com a obrigatoriedade de empresas receberem do Sistema S recursos para as representações patronais. Criado em 1943, esses recursos eram para organizar patrões e empregados nas negociações de salários. Mas virou um rico cabide de emprego para os empresários, que só no ano passado receberam quase R$16,5 bilhões.

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