O poder judiciário e a mulher de César

O provérbio “não basta ser honesta , tem que parecer honesta”, não vale só pra mulher de César, vale pra todos que devem satisfação de seus atos, principalmente quando é a justiça que está em jogo. Em um momento crítico como esse para o Brasil, onde o ódio e o escárnio andam de mãos dadas, a justiça tem que desvendar os olhos, e ver no bom senso um aliado da Constituição; fazer sua própria faxina, e respeitar o povo, que hoje espera nas filas dos hospitais uma vaga pra salvar suas vidas. Esse povo, que é obrigado a ver como prioridade, o clareamento dental e as escovas de dentes comprados com dinheiro público para os membros da justiça e seus familiares. Que é obrigado a ver que o país deixa de ser prioridade, quando interesses pessoais estão em jogo. Algumas atitudes são inaceitáveis, de quem prometeu exercer a profissão com dignidade, justiça social e ética, principalmente quando partem de ministros do Supremo. E vamos agir enquanto há tempo, senão, como afirmou o Procurador da República, Carlos Fernando Lima, que decidiu se afastar da Operação Lava Jato, “talvez seja melhor entregar a chave dos tribunais para o Ministro Gilmar Mendes”.

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