Sem gol

Com a saída dos principais diretores e da presidente da São Paulo Parceiras, empresa responsável pela gestão do programa municipal de desestatização da Prefeitura de São Paulo, a privatização do Anhembi e Interlagos, e as concessões do Pacaembú, Ibirapuera, terminais e dos cemitérios, que gerariam bilhões de reais em recursos e desonerações não deverão sair do papel na gestão de Bruno Covas (PSDB). Quem perde são os paulistanos que terão que continuar bancando estruturas caras e ineficientes, que custam milhões de reais aos cofres públicos e servem de cabide de emprego e renda para poucos. 

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