Luz amarela

Os números divulgados pela Fintech Nubank na última semana acenderam a luz amarela nos grandes bancos brasileiros que comandam um oligopólio de serviços financeiros no país. Após alcançar mais de R$1 bilhão em receitas, o Nubank terminou 2018 com quase 6 milhões de clientes. O que tem tirado o sono de acionistas e executivos dos grandes bancos nacionais é o crescimento da Fintech. Mesmo sem agências e ainda com poucos produtos, o Nubank continua dobrando de tamanho em receitas e número de clientes. Se seguir neste ritmo, em menos de cinco anos ele chegará no mesmo patamar de Itaú e Bradesco. Capital e fôlego para isso não falta, uma vez que a Fintech já tem como controladores os maiores fundos do Vale do Silício. Outro detalhe importante é que, após sua aguardada abertura de capital, a Fintech poderá valer mais dos que os bancos tradicionais, pois além do crescimento, não possui estruturas caras e arcaicas como milhares de agências.  O crescimento exponencial do Nubank comprova que a revolução digital no setor bancário veio para ficar e que os brasileiros estão cansados de serem atendidos por gerentes despreparados e cujo principal objetivo é roubar clientes vendendo produtos “batizados” e caros para baterem suas metas.

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