O refém Bolsonaro

Passados 100 dias de governo, o presidente deu sinais de ser um executivo inseguro, meio perdido e sem planejamento. Desde as eleições, sabia-se do risco de um o achaque dos caminhoneiros; ainda assim o governo não se preparou com um plano de contingência, mesmo cercado de experientes estrategistas. Ao interferir diretamente na política de precificação de combustível da Petrobras, Bolsonaro aceitou o papel de refém, algo não condizente para um chefe de estado. A sociedade até aceitaria erros desde que demonstrada as intenções, mas não a falta de firmeza e ímpeto. Preocupa saber que outros achaques virão e de grupos muito mais poderosos.

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