Os bilionários do FGTS II

Na liberal democracia defendida por Paulo Guedes e o governo de Jair Bolsonaro, o lobby de empresários como Rubens Menin e seus pedidos para manter subsídios às custas do dinheiro do povo e do aumento da dívida pública não deveriam prosperar. Isto porque as construtoras como a MRV já possuem amplo acesso ao mercado de capitais e poderiam facilmente captar recursos com condições similares às do FGTS através de emissões de ações ou, mais frequentemente, da emissão de certificados de recebíveis imobiliários com lastro em seus recebíveis imobiliários. Estas emissões já contam com incentivos para investidores pessoas físicas como isenção fiscal dos rendimentos, o que deveria ser um grande motivador para as construtoras, mas não é devido à preguiça de seus executivos e controladores de cumprir seus ritos. Sendo assim, a choradeira de Rubens Menin deveria ser respondida por Jair Bolsonaro com um presta atenção de que acabou a vida fácil dos recursos subsidiados, que só servem para enriquecer poucos empresários. Mais do que isso, Bolsonaro deveria mandar os construtores a fazer o dever de casa para aproveitarem as vantagens já existentes no mercado de capitais.

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