Globo e Folha de São Paulo: um Brasil. Demais órgãos da imprensa: outro Brasil

É evidente que a oposição que os Grupo Globo e Folha de São Paulo fazem ao governo federal se reflete no noticiário. Quem ouve, assiste ou lê esses dois grupos estão num Brasil diferente; quando se vai para outro grupo jornalístico o noticiário é bem mais denso. Os grupos Folha e Globo não perdoam o jejum financeiro em que foram submetidos pelo governo. O cruel é levar repórteres a fazerem perguntas sem nexo e normalmente levam pitos de quem vão entrevistar. O repórter da Folha, ao perguntar ao porta-voz da presidência da República como o presidente fazia a barba às duas e meia da tarde, levou um gozo. O porta-voz calmamente explicou a ele que o presidente começa a trabalhar às quatro da manhã e vai até a meia noite. Já a repórter da Globo em Washington foi perguntar ao presidente Donald Trump o que ele achava da nomeação de Flávio Bolsonaro para embaixada norte-americana. Trump elogiou o filho e o pai, ela insistiu se não era nepotismo, Trump disse que não. Em resumo, é constrangedor para esses dois grupos jogarem jovens repórteres numa fogueira que só fazem queimar o prestígio dos profissionais que atuam para esse órgãos. 

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