Palocci versus Bancões II

Até mesmo a alta cúpula do Itaú, considerado o mais blindado dos bancos, terá que se defender. Todos sabem que a salvação milagrosa do patrimônio da família Moreira Salles na fusão entre Unibanco e Itaú não saiu de graça. Além disso, o Itaú e seus acionistas sempre contribuíram para campanhas políticas em retribuição aos serviços prestados pelos agentes públicos. Agora, acionistas e executivos Itaú, Bradesco, BTG, Safra e Votorantim terão que comprovar que as doações ao PT e os pagamentos das consultorias prestadas por Palocci foram 100% por dentro. Na era pré Lava Jato, onde as malas pretas circulavam à vontade nas altas cúpulas dos grandes bancos, é difícil acreditar que só existiam “santos” e que todos que cometeram pecados continuarão imunes e impunes.

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