Paradoxo ético

Os principais líderes das manobras de destruição dos avanços da Lava Jato como Dias Toffoli e Rodrigo Maia agora se apresentam como ambientalistas da causa Amazônica. Na maior cara de pau agora defendem a utilização de recursos provenientes das condenações dos corruptores confessos se esquecendo do que já fizeram contra a Lava Jato. É a ética da conveniência que não engana mais ninguém, oportunistas de plantão. O que dizer do já folclórico Gilmar Mendes que chamou de “ordinários” os membros da Lava Jato? Esse dinheiro não seria ordinário também ministro?

 

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