Bolsonaro: a volta dos que não foram

Não pensem que foram os compromissos de campanha que ditaram as ações do ex-capitão em busca da governabilidade. A combinação de interesses e problemas familiares fizeram do presidente uma presa fácil da banda podre do STF e do Centrão e sem dor na consciência, ele rapidamente se aliou e atendeu pleitos de antigos desafetos em busca de abrigo. Em menos de 60 dias, Bolsonaro detonou o COAF, Receita Federal, Polícia Federal, loteou cargos e perdeu sua credibilidade política. Agora está rifando em público seu Ministro da Justiça, deve nomear um PGR assumidamente contrário à Lava Jato e acordou a nomeação para a próxima vaga do STF o atual AGU que é historicamente ligado ao PT. Voltamos ao padrão anterior da tal governabilidade: “uma mão lava a outra… as duas lavam o rosto.”

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