La Nave Va

Orbitando em outra galáxia, milhões de anos-luz distante da pobreza nacional, a conta anual apresentada pelo poder judiciário do Brasil chega a 1,8 do PIB do país. Algo em torno de 110 bilhões a cada 12 meses, tornando-o o segundo poder mais caro do mundo, atrás somente de El Salvador. O ítem mais custoso é a mão de obra composta por 390 mil funcionários e 16,2 mil juízes. A fatura quase nunca fecha. Governo baiano, por exemplo, acaba de liberar esta semana R$ 150 milhões a mais para Tribunal de Justiça fechar contas de 2019. 

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