Água e política não se misturam

Com intervalos menores do que duas semanas entre si, caíram todos os principais nomes do comando da CEDAE do Rio de Janeiro. A “crise da água suja” do estado, que espanta qualquer usuário frente a uma torneira aberta está longe de acabar, alterando o cotidiano e o jeito de ser dos habitantes da capital e de partes do interior do estado. Todos afetados, psicologicamente, pela péssima qualidade da água que consomem. Atualmente, mesmo tendo passado o momento mais agudo do sofrível abastecimento, clientes se exaltam, alguns aos empurrões ao depararem com uma nova reposição de garrafas de água nos supermercados da cidade maravilhosa. Tipo “pouca água, minha sede primeiro”.

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