A água preciosa II

Despesa pra uns, lucro pra outros. Como era de se esperar, ocorre a relação direta entre oferta e procura, com os preços da água de beber estourando de vez no Rio de Janeiro. Uma garrafa de 510 mililitros passou de R$1,50 para R$4,50. Em restaurantes, ultrapassa R$6,00 facilmente. O estado possui 57 produtoras de água, e sem exceção, todas aumentaram a produção de 60% a 100%. Atualmente, a produção geral passou de 240 para 480 milhões de litros. E, mesmo assim, os fabricantes não estão dando conta de atender a imensa procura já firmando parcerias com fábricas de outros estados, a exemplo da marca Águas Ouro Fino, localizada em Curitiba. Locutores dos supermercados avisam, nos alto-falantes, a previsão da próxima entrega de água, para quem frustrou a sua compra naquele lote. Parece cena de filme catastrófico. E a CEDAE, Companhia Estadual de Águas e Esgoto do Rio de Janeiro é a grande vilã.

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