O novo presidente do TJ Bahia, desembargador Lourival Trindade define como caótica a situação da primeira instância no Judiciário baiano, afogado em um déficit de R$69 milhões. O orçamento da corte está maciçamente direcionado única e exclusivamente ao custeio da casa (92%). Resultado direto dos gastos nababescos com folha de pessoal e outras extravagâncias, completamente fora da realidade econômica do país.