Vai não vai

Definitivamente, a gestão bolsonarista é de um vai-e-vem constante. Um dia acusa, no outro acarinha; um dia aponta o dedo para adversários, no outro estende a mão; um dia enfeza a cara para a mídia, no outro é só sorrisos. Nessa gangorra da administração, na área da saúde, por exemplo, Bolsonaro retrocede e chama de volta, agora, centenas de médicos cubanos do extinto programa petista “Mais Médicos” para trabalharem em regiões mais desassistidas do país. Nesse caso particular, onde o inimigo COVID é perigosíssimo, vale uma explicação sensata “no meio da guerra qualquer arma vale em nossa mão”.

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