“Querias, mas não te dou!”

Este antigo bordão de programas humorísticos serve para ilustrar as dificuldades que o ministro Paulo Guedes encontra para vender como gostaria seus “produtos de prateleira” do seu Posto Ipiranga. A economia pretendida com a sua reforma da Previdência encolheu de R$1 trilhão para R$600 bilhões; queria privatizar 30 estatais e só conseguiu se livrar de duas; queria acabar com 60 subsídios de governos passados, ainda continua com 40 e foram criados mais 12; e tinha a expectativa de não usar recursos públicos em obras de infraestrutura, mas teve que engolir o Plano Pró-Brasil, feito por seus pares, onde o governo gastará R$30 bilhões sacados dos cofres oficiais. Não tem nem como se “queixar ao Bispo” ou ao Bolsonaro.

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