Bomba ENEVA – Dinheiro bom é o do governo – II

Irresignação semelhante também já existe no meio empresarial nordestino, onde a queixa é contra o montante de um financiamento que o Banco do Nordeste concedeu para ENEVA, também com juros subsidiados, desta vez do FNE – Fundo Constitucional do Nordeste -, no valor de R$ 840 milhões, sendo que este último contrato representa mais de 40% dos recursos que o Fundo destinou ao Estado do Maranhão. Em uma Lei Estadual aprovada em 2011 e direcionada para construção de suas térmicas, foi concedida isenção tributária para o gás natural consumido nas referidas UTEs daquele estado, que alcançam uma renúncia de ICMS – Imposto de Circulação de Mercadorias –  de quase 3 bilhões de reais durante o prazo do benefício.

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