Doente terminal

O empresário carioca e suplente do senador Flávio Bolsonaro, Paulo Marinho, fez uma avaliação tormentosa, ontem, contra o capitão-presidente que até já confessou dormir com a arma embaixo do travesseiro. Para ele, o presidente é um ser infeliz com desconfianças sobre tudo – em si e ao seu redor – portanto sem condições de levar o país para um patamar positivo de satisfação. “Se fosse no século passado, buscaríamos em Viena o professor psicanalista Sigmund Freud para tratá-lo”. Ou seja, atualmente Bolsonaro não tem cura… e nem vacina.

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