OPS! Errei II

Portanto, erra feio o general Augusto Heleno ao afirmar, categoricamente, que a ABIN, sob seu comando, não teria a obrigação de pesquisar, de forma efetiva e definitiva, as informações pessoais e profissionais contidas em currículos dos candidatos a cargos comissionados no governo Federal. Deve-se destacar que bastaram dois dias, somente, para que a imprensa fizesse o trabalho necessário de desnudar uma fraude – em informações profissionais e em documentos acadêmicos – que passou tranquilamente pelos distraídos e bem pagos técnicos da poderosa Agência Brasileira de Investigação. 

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