OPS! Errei

O recente episódio do “currículo-fake” do quase ministro da Educação, Carlos Alberto Decotelli, trouxe à tona um ponto intrigante: a falta de investigação dos dados profissionais de agentes públicos em todas as esferas administrativas do país. Em paralelo à irresponsabilidade e coragem da inclusão de informações inverídicas em seu próprio documento pessoal, fica flagrante a fragilidade dos órgãos públicos quanto à investigação eficiente das peças recebidas, quando da assunção de qualquer posto de trabalho governamental, e pago com verbas públicas. Imaginem os “jabutis” inseridos, e bem escondidos, nos currículos profissionais de cerca de 12 milhões de funcionários públicos existentes no Brasil. 

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