Redes sociais atuam com mais eficácia do que os sindicatos

A greve dos entregadores, que trabalham em aplicativos de delivery e Uber, mostrou ontem a força de uma nova forma de mobilização. No lugar dos sindicatos, que não tiveram papel algum na paralisação dos motoqueiros e ciclistas, eles se valeram das redes sociais e alcançaram um público maior do que se tivessem usados os sindicatos. A cada dia fica claro a falência dos sindicatos e a vitória das redes sociais. 

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