Não é bem assim

A mídia deu destaque total ao “currículo-fake” do ex-ministro Decotelli, desmontando mentiras inseridas em seu documento pessoal. O bruto foi à nocaute! Entretanto, a prática de apresentar dados inverídicos curriculares é usada e abusada entre demais integrantes do staff bolsonariano. Lembrando de outras incongruências existenciais: Weintraub se apresentava “doutor, professor com ampla experiência em gestão”, e depois retificou os títulos inexistentes; o primeiro nomeado na pasta da educação, Vélez Rodríguez, tinha 22 informações falsas em seu currículo, além de autorias de livros que não eram dele; e a ministra Damares se apresentava como “advogada, mestre em educação, e em direito da família”. Depois explicou que as graduações não foram em universidades, e sim em leituras da Bíblia. Ditado antigo corretíssimo “Papel aceita qualquer coisa escrita”.

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