Estava demorando

A determinação do ministro Dias Toffoli de que as forças-tarefas da Lava Jato no Paraná, no Rio de Janeiro e em São Paulo repassem à Procuradoria-Geral da República (PGR) todos os dados colhidos durante a operação, que está em andamento desde 2014, acirrou muito a disputa no Ministério Público Federal. O presidente do STF, Toffoli, acabou acatando o pedido do procurador-geral da República, Augusto Aras que alega ter “dificuldades” para trabalhar sem o pleno conhecimento dos dados arquivados. As críticas vão crescendo, e sempre com o mesmo argumento de parceria política e interesses convergentes entre Aras e Toffoli.

Os comentários estão encerrados.

Crie um site ou blog no WordPress.com

Acima ↑

%d blogueiros gostam disto: