Esgotou o repertório

Se de fato ocorrer a saída do general Pazuello da interinidade do Ministério da Saúde por esses dias, a fim de não colocar mais lenha na fogueira, após a crítica do ministro Gilmar Mendes atrelando e culpando militares na administração errática da saúde no país e genocídios. Agora, imaginem como será dolorosa a procura e definição de um nome perfeito para comandar o MS. O histórico de seguidas tentativas frustradas na pasta da Educação foi bem dolorosa e atrapalhada. Na Saúde, com a pandemia se alastrando pelo país, vai ser muito mais complicado. O candidato escolhido tem que ter o currículo e a aura de um semi-deus para enfrentar, ao mesmo tempo, as guerras políticas em tempos eleitorais e a perigosa Covid-19.

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