O feitiço de corrupção

A “Cidade maravilhosa” que sempre balançou bonita no ritmo sincopado da Garota de Ipanema, começou a adernar na gestão pública a partir do governador populista gaúcho Leonel Brizola. De lá pra cá, com curto intervalo de dois razoáveis gestores – Nilo Batista e Marcelo Alencar – o Rio de Janeiro descambou de vez. Veio uma fiarada de infelizes gestões puxada por Antônio Garotinho, e oferecendo farto material em escândalos e maracutaias para a mídia nacional nos governos seguintes de Benedita da Silva, Rosinha Garotinho, Sérgio Cabral, Luiz Pezão, e atualmente Wilson Witzel. 

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