Esperanças baianas II

Aliás, os comerciantes soteropolitanos frustraram-se, mais uma vez, com a ausência de parceria com a prefeitura de Salvador. Apesar de registrarem quatro meses de prejuízo integral com suas lojas fechadas, não conseguiram sensibilizar o secretário municipal de Fazenda, o ex-governador baiano Paulo Souto. Impassível, como em outro mundo vivesse, já descartou qualquer remissão de dívidas dos lojistas e outros segmentos prejudicados com a pandemia durante o período de lockout. Quer receber o que é devido, doa a quem doer. Paulo Souto “o arrecadador do Paço” alega esvaziamento do cofre municipal na ordem de R$ 240 milhões, somente até o mês de junho. Comerciantes e prestadores de serviços de Salvador não terem como pagar tributos municipais é somente um detalhe.

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