Vida confusa

Diz o ditado que “quando tudo está ruim ainda pode piorar mais”. Essa situação aplica-se perfeitamente ao caso da ex-presidente do Tribunal de Justiça da Bahia, desembargadora Maria do Socorro Barreto Santiago, presa há cerca de 250 dias no Complexo Penitenciário da Papuda (DF). Seguinte, sua filha se aproximou de um advogado envolvido em fraudes no Registro Sindical do Ministério do Trabalho, e que chegou a ficar preso cinco meses pela Polícia Federal. O objetivo do contato entre os dois era trabalhar juridicamente pela soltura da mãe, os entremeios da união de interesses é que são diversos, indo de contratação formal, informal, sem honorários, e até emocional. Bem, de um jeito ou de outro, a cobrança chegou. Resultado: o parceiro brigou com a parceira, a juíza continua presa, a conta bate em R$120 mil pelos honorários, e discute-se, agora publicamente, com prints de redes sociais se a dívida vai ser quitada, perdoada, ou vira um calote e mais um escândalo na vida da juíza presa. Prato cheio para a mídia e para a opinião pública.

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