Rico ri à toa

É um primor a justificativa do assessor especial do ministro Paulo Guedes, Guilherme Afif, defendendo um novo imposto sobre transações financeiras – a CPMF da COVID – em vez de taxar grandes fortunas. Explica ele “quem tem grande fortuna tem uma bruta mobilidade, e nós precisamos dessa fortuna aqui, para o nosso investimento (…) ao querer pegarmos o cara, ele pode fugir. Então, eu acho que não é eficaz”. Ou seja, como o povo não tem para onde ir, nem dinheiro sobrando, acaba ficando na mira do fisco pagando, sem fugir, a 60 tipos de impostos, taxas e contribuições federais, estaduais e municipais existentes.

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