Primeiro a saúde, depois o resto

Responsável por uma manobra digna de filme de espionagem, o governo do Maranhão planejou uma ação de aquisição de respiradores com empresários chineses transportados pela Etiópia, despistados da fiscalização em escala em São Paulo e levados diretamente para o depósito em São Luís. A carga de 107 respiradores, já na capital maranhense, foi instalada imediatamente em hospitais de atendimento às vítimas da pandemia do novo coronavírus, coroando de sucesso a perigosa missão. Agora, descoberto o plano que durou 20 dias, a Receita Federal partiu para o confisco dos equipamentos, alegando “ação truculenta” da gestão estadual, leia-se governador Flávio Dino. Nada feito! A Justiça Federal da 1ª Região no Maranhão suspendeu o confisco da Receita, justificando necessidade urgente na utilização dos produtos importados. Vitória merecida da saúde pública estadual frente à morosa burocracia nacional.

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