A Madoff brasileira, o Banco Societe Generale, se a moda pega

Em decisão recente do Tribunal de Justiça de São Paulo, ficou decidido que pessoas físicas brasileiras podem processar os bancos no Brasil, mesmo que a sede esteja no exterior, caracterizando assim relação de consumo. Depois de literalmente raspar ao longo dos anos as contas de seus clientes, Raquel Moura Borges e Rita Ramoni, sua sócia na empresa Global Acess Investments, respondem na justiça paulistana pelo sumiço de alguns milhares de reais das contas. O Banco Societé Generale está obrigado a responder pelas atitudes de sua matriz decidiu o tribunal de segunda instância. Também há inquérito policial instaurado em badalada delegacia de crimes financeiros no Itaim Bibi onde ali aglomeram-se outros clientes que tiveram suas economias surrupiadas.

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