Fundo, fundão, fundilhos

Na análise das prestações de contas entregues à Justiça Eleitoral, ano passado, vários partidos se “lambuzaram” no uso da verba pública do Fundão Partidário. A lista de benesses é grande: remuneração de seus dirigentes e também de empresas ligadas a eles, ajudas contínuas para amigos, parentes e políticos que fracassaram nas urnas. Despesas com candidatas laranja, aquisição de carros novos, notas de restaurantes e mobiliários de luxo, oficinas de veículos, ajuda profissional aos parentes, pagamento de salários de piloto de helicóptero, contratações de mulheres de políticos das legendas beneficiadas, e muito dinheiro para ex-governadores e ex-parlamentares. Em um autêntico toma-lá-dá-cá, uma negociação de compensação, em dobro, aos doadores das legendas, por meio de contratos com empresas das quais seriam sócios ou proprietários. Ao todo, R$ 937 milhões foram gastos em 2019, sendo a maior parte dinheiro público.

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