Como será o amanhã?

O mês de julho registrou desemprego de 12,3 milhões de pessoas, representando um acréscimo de 438 mil pessoas ocorrido em junho. Em maio, eram 10,1 milhões procurando trabalho. Com o isolamento social diminuindo e mais gente saindo em busca de emprego, o aumento no número de desempregados será cada vez maior. Esse é o maior argumento usado pelos técnicos que defendem que o Governo Federal não poderá acabar tão cedo com o auxílio emergencial, que está sendo importante para a paz geral e alto índice de aprovação do governo. Ou seja, Bolsonaro ficou refém do “corona-voucher” vivendo uma grande dúvida para os próximos meses e anos.

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