Na metade do seu mandato, o prejuízo é maior que o lucro para o presidente Jair Bolsonaro

Ontem, matemáticos de política em Brasília somavam os poucos mais de 600 dias do governo Bolsonaro. A covid-19 teve duas marcas: os adversários colocam no colo do presidente mais de 115 mil mortes, mas é a pandemia também que lhe dá lucro de popularidade com a criação do auxílio emergencial, junto aos pobres. Duas ex-mulheres, a atual e os três filhos mais velhos derrubam a sua bandeira anticorrupção agravada com a sua aliança com o Centrão. A ONG Repórteres Sem Fronteiras atribui a ele a agressão verbal a 53 jornalistas. O seu duelo contra os grupos Globo e Folha tem lhe custado caro. No plano internacional, e perda é grande. Os dois maiores aliados do presidente do Brasil enfrentam denúncias e dificilmente serão reeleitos. Donald Trump nos Estados Unidos, hoje, perde para o democrata Joe Biden. Em Israel Benjamin Netanyahu também tem sua eleição ameaçada. Bolsonaro ainda tem mais dois anos de governo e depende dele o seu futuro. 

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