Faroeste político

Esta nota foi publicada ontem neste blog e tem causado rebuliço incrível. Milhares de perguntas, daí porque mantivemos ela hoje: Já não é mais novidade na Bahia qual o motivo da intransigência da PGR em manter presos os investigados da Operação Faroeste desde novembro de 2019. Depois de quase meia dúzia de delações terem sido firmadas, a aposta é manter presos preventivamente os membros do Poder Judiciário baiano que já se encontram afastados pelo STJ e agora pelo CNJ por prazo indeterminado, forçando-os a contar os malfeitos que beneficiaram a esquerda da Bahia. Tentam, sem sucesso e a todo custo, vincular dois novos senadores baianos e uma gama de políticos (todos de esquerda) beneficiados por liminares nas vésperas das eleições de 2016 e 2018. A estratégia deixa escancarado o plano de Bolsonaro, aliado de Aras e Lindora, de aniquilar o PT e seus aliados que, desde 2007, dominam a terra do axé. É algo que se assemelha à manobra feita para derrubar o governador Witzel no Rio de Janeiro. Esse suposto controle do Poder Judiciário para beneficiar os planos bolsonaristas (3 ou 4 integrantes do STJ e o próprio PGR são francos candidatos à vaga no STF) e aniquilar a esquerda fez, segundo o site O Antagonista, que o ministro Edson Fachin se pronunciasse duas vezes nos últimos dias contra o que chamou de ‘processo autoritário’”.

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