Xeque-mate paulista

A batalha pela pole position da apresentação da vacina contra a covid entre os governos de Dória e de Bolsonaro, envolvendo os Institutos Butantan e Fiocruz, respectivamente, tem novos lances a cada semana. Os dois gestores, antes amigos e hoje rivais políticos, disputam o anúncio da antecipação das vacinas para o povo brasileiro, pois isso acarretará reconhecimento, aplausos e votos na disputa presidencial daqui a dois anos. O último lance midiático veio do governador paulista quando reclamou publicamente que o presidente deveria repetir para o Instituto Butantan parceiro do seu governo paulista, o mesmo valor da ajuda financeira que deu para o Instituto Fiocruz, apoiado por Bolsonaro, para acelerar a produção. Trata-se de um crédito orçamentário extraordinário de R$ 1,9 bilhão para que a Fiocruz possa dar início à produção do imunobiológico. Dória quer o mesmo recurso, e na mesma quantidade – R$ 1.9 bilhão – para o parceiro Instituto Butantan. Se o presidente Bolsonaro negar, vai ficar mal na fita e nas urnas. Em tempo, com os paulistas e com todos os brasileiros, ávidos pela vacina nas ruas.

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