Salvador cidade-fantasma II

Taxistas, motoristas de aplicativos, permissionários de lojas de shoppings, gerentes de hotéis, donos e chefs de restaurantes, artistas, baianas de acarajé, enfim todo mundo que vive da Bahia turística está revoltada com o prefeito ACM Neto e suas ordens e caprichos administrativos. Salvador está às moscas, seis meses depois do primeiro caso de covid-19. A maior crítica que se faz é que a capital baiana foi a primeira a fechar comércio e serviços, e mesmo agora, no dia a dia, a prefeitura só permite setores para funcionamento de “forma miudinha” impedindo a evolução necessária dos negócios. Outras capitais do país calibraram, mais assertivamente, suas vidas e seus cuidados médicos. Questão de sobrevivência. Com ou sem covid.

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