Além do peso

Acabando o ano pandêmico de 2020, excessivamente cruel com as baixas na saúde, e com as finanças nacionais em pré-nocaute, nada avançou nas promessas do ministro da economia Paulo Guedes em sua planejada miragem de cerca de 200 privatizações de empresas nacionais. Vinte e um meses depois de aberto o “Posto Ipiranga” ainda não conseguimos diminuir o peso estatal, em nenhum grama. Guedes prometeu, em um arroubo de oratória, arrecadar cerca de 1 trilhão de reais em um ano com essas vendas. O único movimento que se viu nessa área foi a saída do ministro da Desestatização, Salim Mattar, que “pediu o boné” cansado pela morosidade do governo federal. O gigante continua “dormindo em berço esplêndido”.

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