Soberanice baiana

Teimosia e excesso de autoridade. Essas críticas se avolumam em diversos serviços ligados ao lazer e entretenimento na capital baiana, e tem como alvo central o prefeito de Salvador, ACM Neto. O gestor municipal, chamado por parte da mídia baiana como “o soberano” não acompanha a flexibilização para funcionamento de pontos turísticos, como ocorre em outras capitais do país, considerando seis meses de pandemia e a necessidade de diminuir, um pouco pelo menos, os prejuízos desses segmentos. O prefeito soteropolitano, que agora fechou as escadarias de acesso às praias de Salvador, e não libera as áreas sociais dos clubes, inclusive afastando quaisquer tentativas de diálogo para funcionamento, é criticado pelo povão que, paradoxalmente, continua viajando em ônibus lotados, pela ausência do mesmo zelo por parte da sua administração. Não adianta nada, pois Neto não quer diálogo.

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