Sem pé nem cabeça II

A única coisa que não mudou desde o início da pandemia foi a superlotação diária de passageiros nos ônibus soteropolitanos que circulam nas horas do pico. Mesmo com a recomendação do Ministério Público da Bahia pra ampliar a frota, urgentemente, o prefeito defende ardorosamente as empresas de ônibus, alegando prejuízos contábeis dos empresários do setor. Só permitiria se o valor da passagem aumentasse, para não prejudicar as contas dos donos de empresas de transporte coletivo.

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