Socorro puxado demais

Marcos Coimbra, diretor do Instituto de Pesquisas Vox Populi, saca da máquina de calcular para explicar o porquê da quase impossibilidade do presidente Bolsonaro continuar se valendo do saque emergencial para alavancar ainda mais sua popularidade, como ocorre agora. É que tem muito tempo até outubro de 2022, e vai faltar dinheiro para cumprir o calendário de pagamentos até lá. Dá pra imaginar o rombo: em somente cinco meses de pandemia, o governo Bolsonaro gastou R$254 bilhões de “coronavoucher”, mas ainda faltam 25 meses até as urnas da reeleição de 2022. Impagável!

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