Duas fugas cinematográficas

Se antecipar sua aposentadoria do STF conforme conversas que circulam em Brasília, o ministro Marco Aurélio de Mello poderia trabalhar como roteirista. Ele tem no currículo duas fugas espetaculares a partir de dois habeas corpus suspeitos, a do banqueiro Salvatore Cacciola em 2000 quando o condenado ficou sete anos foragido na Itália e agora do líder do PCC André do Rap foragido e procurado pela Interpol. O PGR Augusto Aras poderia ser seu assistente, ganhou experiência como “Exterminador do Futuro” na perseguição da Lava Jato e demorou dias para entender quem era André do Rap nos autos. Temos aqui todos os elementos para um thriller policial candidato ao Oscar.

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