Redução e fim do auxílio emergencial vão prejudicar o Nordeste e a Bahia lidera pela pobreza

Não mais 600 e sim 300 reais até 31 de dezembro. Depois daí, ninguém sabe o que virá, mas desde agora o impacto será violento no Nordeste, principalmente na Bahia que lidera o Bolsa Família e o auxílio emergencial seguido de Sergipe e Alagoas. Não é sem razão que o PT ainda domina a região pelo Bolsa Família. As eleições municipais deste ano vão revelar um novo quadro.

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