Militares e comandados

O clima entre o presidente Jair Bolsonaro e os militares ficou péssimo por causa das críticas públicas ao ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello. A situação já não estava das melhores desde a exoneração do porta-voz general Rêgo Barros. Agora, chegou a ponto de outro general, Hamilton Mourão, vice-presidente da República, recomendar inclusive ao presidente da Anvisa, Antônio Barros Torres, que mantivesse a reunião com governador de São Paulo, João Doria, visto por Bolsonaro como maior adversário político do governo. O constrangimento ao qual Pazuello terminou exposto foi considerado desnecessário. Os militares já se acostumaram aos rompantes de Bolsonaro, a relação tem, na avaliação de alguns, mais altos do que baixos, mas colocar briga política na produção de vacina não dá. Bolsonaro não pode desautorizar ministros diante de qualquer irracionalidade dos apoiadores nas redes sociais. 

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