Agrava-se a falta de trabalho em Salvador

O quadro econômico é alarmante em todas as camadas da população da capital baiana. Os 7,2 milhões de desempregados no início da gestão do prefeito ACM Neto, transformaram-se, atualmente, em 17 milhões sem qualquer trabalho formal. Dois exemplos para ilustrar o problema financeiro: um dos colégios da classe média mais tradicionais – o ISBA – no bairro de Ondina, fechou em decorrência do nível da inadimplência que chegou a 60%. Já na classe mais carente, a bomba vai estourar quando o auxílio emergencial terminar, daqui a dois meses, pois cerca de 700 mil pessoas deixarão de receber o “corona voucher” em Salvador. O próximo prefeito (a) terá muita dor de cabeça…

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