Vai ter guerra

A atitude do Centrão de apostar no recesso parlamentar e a reabertura de investigação na Procuradoria-Geral da República contra o presidente da Câmara, Rodrigo Maia, por ter recebido dinheiro da OAS, são vistos como movimentos coordenados para enfraquecer o presidente da Câmara. Se a corda continuar esticada desse jeito, não haverá clima para votar nada, garante Rodrigo Maia. A avaliação por parte dos congressistas é de que tanto a PGR quanto o Centrão atacam Maia cedo demais. Ao governo interessa votar pelo menos a Lei de Diretrizes Orçamentária, LDO. Sem ela não poderá usar 1/12 do orçamento em janeiro e sem aprovação da LDO, não há recesso. Ou seja, Maia ainda tem cartas na manga para jogar e expertise política para montar sua estratégia. O fim do ano promete.

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