O voto útil está de volta

Estamos reféns dos obscuros arranjos políticos de cada partido na escolha de seus candidatos à prefeitura das capitais. A ética e as demandas coletivas ficam em segundo plano, prevalecem os interesses das oligarquias. Muitos dos escolhidos são extremistas de direita, falsos evangélicos, apologistas do Lula Livre e muitos políticos carreiristas e corruptos de carteirinha. Esse espectro de candidatos é tudo que a sociedade já deu demonstrações de repúdio, mas infelizmente vai prevalecer um critério na decisão do voto: quem é o menos pior. Em São Paulo os votos vão correr para Covas com o receio de eleger Boulos ou Russomanno. No Rio, Eduardo Paes, companheiro de Sérgio Cabral, avança deixando para trás Crivella. Em Porto Alegre, Manuela D’Ávila, Lulista e lobista de hackers, lidera, mas não vai escapar do crivo do voto útil.

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