Cambalhotas eleitorais III

A excrescência eleitoral do milionário Fundo Partidário, que este ano disponibilizou R$2 bilhões para os partidos políticos, comprovou que o uso desse recurso passa longe de uma ajuda confiável e democrática para candidatos comuns. Em Salvador, por exemplo, o presidente do minúsculo PTC baiano Rivailton Pinto, candidato contumaz em todas as eleições desde 2004, recebeu R$200 mil da direção nacional. Gastou R$199.814 em sua campanha e conseguiu míseros 445 votos. Ou seja, cada voto custou R$449,45, o mais caro brinde conquistado por um Fundo Partidário em todo o país.

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